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19 de julho de 2015

pelas ruas da saudade, os ecos gritam pelo teu nome.. as memórias chamam-me vil, e o tempo, sem querer, recua em vez de avançar. os devaneios tornam-se comuns e o teu olhar despe-me meticulosamente. o rasgar do tecido fraco lembra-me do quão ligeira sou por permitir que esse cru sentir me deixe inteiramente desperta para ti. e continuo a sê-lo. continuas?

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